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Exterior

Québec, Canadá

Na rota dos primeiros europeus que se embrenhavam nas densas matas canadenses, a natureza majestosa exibe seus encantos. Ursos e alces passeiam entre as árvores, enquanto os turistas encantam-se com a magnitude da paisagem de Québec

Alex Von Tunzelmann
  • Mark Read
    Em canoas, como usavam os nativos da região, os visitantes refazem a rota do antigo comércio de peles
    Em canoas, como usavam os nativos da região, os visitantes refazem a rota do antigo comércio de peles
    Mal dá para imaginar que pertinho da Cidade de Québec, no Canadá, fica uma região onde alces tranquilos espiam a natureza e tomam banho em lagoas geladas, lobos correm soltos e a história do país é latente. Pois esse é o segredo guardado no Parc National de la Jacques-Cartier. Grande parte de sua área foi preservada e é exatamente igual a quando os europeus começaram a desbravar o território; muitas trilhas são históricas e as rotas de canoa ainda seguem o mesmo caminho dos exploradores entre o final do século 16 e o começo do 17.

    Entretanto, se hoje a região é preservada, nem sempre foi assim – e a história conta que esse canto canadense já foi alvo de muitas disputas. Os primeiros habitantes da região foram os inuítes, nação indígena nômade chamada pelos europeus de Montagnais. Em 1535, o explorador francês Jacques Cartier chegou à baía de St. Lawrence. Encontrou diamante e ouro nos penhascos onde atualmente fica a Cidade de Québec e, animado, voltou para Paris exibindo o achado, que apresentou com floreio. A corte riu dele. E apesar do nome, Cartier não era nenhum joalheiro: ele encontrara cristais de quartzo sem valor e pirita de ferro, conhecida como ouro de tolo.

    Nos anos seguintes, outros franceses desembarcaram por lá. Mas não atrás de minerais preciosos. Enquanto seus contemporâneos ingleses, que já conheciam esse lado do oceano, tentavam conquistar as terras, os franceses queriam negociar com os nativos. Naquele tempo, os chapéus de pele de castor eram objeto de desejo dos europeus que não perdiam a última tendência da moda – e o Canadá era excelente lugar de caça desses animais. Logo os invasores obstinados que passavam meses se aventurando no território dos inuítes foram apelidados de coureurs des bois (numa tradução livre para o português, a expressão significa mateiro, homem que vive na mata): eram comerciantes e seu negócio era trocar armas por peles. Um fuzil, por exemplo, na posição vertical, podia valer uma pilha de pele de castor da mesma altura.

    “Para os jesuítas, que começaram a chegar junto com os coureurs des bois, a sociedade ameríndia era um choque cultural”, aponta Marie Coulombe, guia do parque, lembrando os hábitos daqueles moradores. “Quando um bravo índio presenteava uma moça com uma pele de marta, era como se a pedisse em casamento. Se ela consentia, ele mudava para a casa da sua família. Mas com uma ressalva: a moça podia experimentar o novo relacionamento por duas semanas. Se não gostasse, o pretendente tinha de ir embora”, conta Marie. “Muitas vezes, as índias, nesse curto intervalo, ficavam grávidas, mas isso não era problema. Se arranjassem outro companheiro, esse assumiria a paternidade da criança”, fala a guia, comentando que para o povo local o costume não causava nenhuma estranheza – mas para os missionários, que desejavam ensinar seus valores conservadores aos nativos, a prática não era nada normal.

    Como os índios

    Enquanto os franceses negociavam com os inuítes, os ingleses faziam alianças com os índios americanos iroqueses. Dispostos a dominar o comércio de peles e ampliar seu território, os Mohawks, tribo iroquesa, atacaram as terras dos índios canadenses huronianos. O resultado foram as Guerras do Castor, travadas em meados do século 17, por longos anos. Equipados com armas de fogo compradas de holandeses, os Mohawks avançaram em direção ao oeste até chegar em Ontário, obrigando os huronianos a se retirar na Cidade de Québec. Por volta de 1675, os huronianos conquistaram a cidade e ganharam o nome de Huron-Wendat, mas a luta pelas peles ainda não havia terminado. Dessa vez, a guerra era entre os Huron-Wendat e os inuítes.

    Muitos Huron-Wendat ainda vivem na região. Em Tsonontwan, área fora do parque, há cabanas típicas indígenas construídas por Régent Garihwa Sioui, um chefe excêntrico, simpático e meio hippie dos Huron-Wendat. É ali que ele mora e os casebres são para hospedar os visitantes que querem conhecer melhor a vida numa aldeia – com cama de galhos de pinheiro perfumada. “Nós, ameríndios, inventamos a democracia”, diz ele, citando com paixão a história de sua tribo e mirando a vista impressionante do rio Jacques-Cartier. “Os Estados Unidos são tão poderosos por causa da grande força do povo nativo. Ensinamos tudo aos euroamericanos”, brada Régent, disposto a brigar por sua teoria. Em uma das cabanas, o chefe ainda conta sobre a culinária de seu povo. Muitos cultivavam verduras e milho mas, por conta do inverno rigoroso, a maioria seguia uma dieta à base de amoras, peixes e carne de veado, alce e castor. “Não consigo digerir verdura. Prefiro comer apenas carne mal passada e amoras”, diz Régent, enquanto serve xícaras fumegantes de “chá de Labrador”, uma infusão de folhas secas e flores boa para “acalmar caçadores”. “Vamos comer”, convida Régent. Ele oferece salmão fresco que defumou à moda dos huronianos, carne de búfalo marinada com suco de amora silvestre e bannique, tradicional e saboroso pão de milho.

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  • Mark Read
    Urso passeia na Reserva Selvagem de Laurentides
    Urso passeia na Reserva Selvagem de Laurentides
    Ursos amigos & caça ecológica

    O Parc National de la Jacques-Cartier é apenas um pedaço da Reserva Selvagem de Laurentides, área de 9 mil km² com lagos, rios, colinas e florestas que se estende dos arredores de Québec a Saguenay, no nordeste do país. Assim como acontecia com os coureurs de bois, os inuítes e os Huron-Wendat, são os animais selvagens que ainda vivem no território que atraem as pessoas atualmente. O biólogo Rolland Lemieux é uma delas.

    De meia-idade e usando óculos, o pesquisador parece um turista comum. Mas está longe disso. Há 34 anos, é o maior especialista da região em prender animais com armadilhas. Embora faça expedições de caça autorizadas pelos parques canadenses, Lemieux busca os animais para usá-los principalmente em pesquisas ecológicas e projetos de monitoramento. Ao longo de sua carreira, capturou pelo menos dois mil ursos vivos e devolveu todos ilesos à natureza.

    O “aventureiro” consegue aprisionar qualquer bicho, porém os lobos são os grandes desafiadores. No inverno passado, apanhou 23 e agora seu objetivo são os ursos. Para chamar a atenção dos bichos, o biólogo usa um recurso de conto de fadas: bolos. Ao que parece, os enormes animais não conseguem resistir ao doce. “Eles comem de tudo, mas não são loucos por chocolate”, explica Lemieux. Depois de esconder um pedaço de bolo em uma árvore, recua para o esconderijo. Alguns segundos depois, um urso caminha avidamente e crava as garras na sobremesa. “É um macho”, reconhece Lemieux. “Tem cerca de quatro anos.”

    Frequentemente, o caçador é chamado para prender os ursos que ameaçam os acampamentos e soltá-los de volta na floresta, a uma distância segura. Ele lembra uma história sobre um desses curiosos animais. “Eu o atingi com um dardo com tranquilizante e o coloquei na caminhonete para retirá-lo da área. No meio do caminho, ainda na estrada, o urso começou a acordar e a se debater. Felizmente, há uma divisória entre o banco do motorista e a carroceria, mas feita apenas de um acrílico fino. Um urso totalmente consciente teria esmagado a divisória num único golpe. Os outros motoristas ficaram apontando e gritando”, diverte-se Lemieux.

    E como se livrou do urso? “Abri a porta rapidamente e pulei para fora do caminho.” Apesar de seu estilo impassível, o pesquisador jamais baixa a guarda. “Mesmo se for a milésima vez que você lida com um urso, é preciso tratá-lo como se fosse a primeira”, diz o assistente Philippe. “É perigoso relaxar!”

    Paz em jardins floridos

    Quando os coureurs des bois buscavam suas peles, viajavam de canoa e caminhavam em trilhas para chegar à região hoje conhecida como Cidade de Québec. Oficialmente, foi fundada em 1608 por Samuel de Champlain e é a única cidade murada das Américas ao norte do México. Os britânicos, franceses e americanos lutaram por ela e atualmente conserva charme europeu acentuado. Vieux-Quebec, o antigo povoado murado, é excepcionalmente bonito, com casas históricas e capelas ladeando ruas sinuosas.

    No fim do século 17, quando Québec começou a desenvolver uma identidade cívica, o comércio de peles passou a ser regulamentado. Os coureurs des bois receberam licenças para continuar suas atividades e foram rebatizados de viajantes. Enfim, o tempo dos caçadores de fortuna autônomos invadindo as florestas havia acabado. Mas o legado das Guerras do Castor e as amargas disputas entre os colonos europeus pelo controle do continente norte-americano estavam chegando a um clímax extraordinário. Em 1756, a Grã-Bretanha e a Prússia guerreavam com os franceses e os russos, em um conflito que atingiu as Américas, a Europa e até mesmo regiões da África e da Ásia. Foi a Guerra dos Sete Anos, descrita por Winston Churchill como a “primeira guerra mundial”, por causa do imenso alcance. A Cidade de Québec foi cenário de uma das batalhas mais cruciais da história do mundo.

    Na parte mais nova da metrópole, abrangendo o antigo forte e passando pela moderna avenida Cartier e pelo elegante Museu de Belas Artes, ficam as Planícies de Abraão. Ali, em 1759, foi travada a famosa batalha, de mesmo nome. Sentado no gramado, no meio de canteiros floridos bem-cuidados e em pleno burburinho de pessoas fazendo piquenique, é difícil imaginar o exército britânico avançando por terra para atacar os franceses, a fumaça dos tiros formando uma nuvem entre as árvores e a ponta das baionetas ferindo os soldados.

    Hoje, o território é alegre e tranquilo – embora na elegante rue St-Louis seja possível apreciar uma bala de canhão alojada nas raízes de uma árvore, dos tempos da batalha, dizem. E o que começou como uma moda de chapéus terminou com a queda de um império poderoso. A vitória britânica em Québec marcou o início da derrota dos franceses na América do Norte.

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  • Mark Read
    A Cidade de Québec vista do ferry de Québec-Levis
    A Cidade de Québec vista do ferry de Québec-Levis
    QUÉBEC: PARA CHEGAR LÁ

    Apreciar paisagens incríveis e divertir-se com aventuras ao ar livre são convites irresistíveis para uma temporada em Québec. Na capital, explore a gastronomia.

    DICAS BÁSICAS

    Como chegar

    Várias companhias aéreas voam para o aeroporto internacional de Québec, saindo de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre. A passagem custa a partir de US$ 1.100, pela American Airlines, e pode dobrar de valor (US$ 2.200), pela Delta. Por isso, vale a pena pesquisar os preços e comprar com antecedência.

    Circulando

    Vale a pena explorar a cidade antiga à pé. Além de ser agradável descobrir as construções históricas, não existem muitos estacionamentos e o trânsito é um pouco difícil de entender. Para as viagens curtas, é preciso alugar um carro.

    NOVE PASSOS PARA UMA AVENTURA NA CIDADE E NO CAMPO

    1. O Parc National de la Jacques-Cartier é um lugar ótimo para passear de canoa (aluguel de equipamentos por cerca de US$ 10 por hora). Durante o passeio, é possível avistar alces e a paisagem é espetacular. Há também muitas corredeiras para quem gosta de aventuras de caiaque.

    2. O parque canadense ocupa uma área de quase mil quilômetros quadrados e não faltam opções de lazer por lá. Até para quem desejar passar a noite em meio à farta natureza, há cabanas de madeira e espaços para acampar espalhados por toda a área. Também vale a pena hospedar-se em uma tenda mongol, com claraboia para observar as estrelas (cerca de US$ 120 para até quatro adultos).

    3. Não deixe Québec sem antes experimentar a exclusiva sidra de gelo local, no Les Comptoirs du Terroir, proveniente do mercado de agricultores localizado perto do porto. Feita de maçãs congeladas, tem sabor suave e é especial para acompanhar queijos e o renomado foie gras da região (sidra de gelo Neige Winter, a partir de US$ 52, a garrafa de 375 ml).

    4. Descubra a herança dos povos indígenas em Tsonontwan. A hospedagem numa cabana típica inclui atividades e refeições ameríndias tradicionais. Há banheiro, lavanderia e cozinha no local (diária a partir de US$ 121).

    5. Para observar os ursos na companhia de Rolland Lemieux, faça a reserva por meio da agência de parques de Québec, a Sepaq, ou no próprio site do biólogo. Os pacotes oferecidos incluem refeições e acomodação (a partir de US$ 259 por pessoa).

    6. No coração de Vieux-Québec, perto da Catedral da Santíssima Trindade e da basílica de Notre Dame de Québec, fica o Auberge Place D`Armes, hotel butique que combina luxo e charme histórico e ainda oferece a opção de escolher um quarto no lado inglês ou no francês (a partir de US$ 97).

    7. O Le Saintamour é um dos melhores restaurantes canadenses para degustar a gastronomia local. O cardápio criativo e sazonal do chef Jean-Luc Boulay baseia-se em produtos locais e inclui carne de veado, vieiras e aspargos (menu fixo no almoço com três pratos a partir de US$ 24, pratos principais à la carte a partir de US$ 40)

    8. Durante o verão, The Image Mill, a história de Québec em 40 minutos de imagens e som, é projetado na lateral de um enorme silo de grãos no porto de Québec. Começo maravilhoso para uma noite na cidade (grátis).

    9. Para degustar a torta de açúcar cremosa, sobremesa que dá água na boca e é servida deliciosamente quente, faça uma pausa no Café Krieghoff, casa bastante concorrida para refeições rápidas (cerca de US$ 4 a fatia).

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  • Mark Read
    A menos de uma hora de distância da Cidade de Québec, o Parc de la Jacques-Cartier é um convite para descobrir a floresta
    A menos de uma hora de distância da Cidade de Québec, o Parc de la Jacques-Cartier é um convite para descobrir a floresta
    EXPLORE MAIS O QUÉBEC: TRÊS DAS MELHORES OPERADORAS DE TURISMO

    1. Montreal

    POR QUE IR?

    A maior cidade da província de Québec mistura a elegância cosmopolita europeia e a energia norte-americana. Famosa pela cena cultural e por ter uma das melhores vidas noturnas do Canadá, Montreal é simpática e divertida. Alugue uma bicicleta para ir a museus, eventos ao ar livre e ao comércio na Underground City, durante o dia. À noite, divirta-se nos cafés e bares do Boulevard Saint Laurent e da Rue Saint Denis.

    HOSPEDE-SE

    O Hotel Gault, perto do World Trade Centre, transpira a discreta sofisticação dos moradores de Montreal. Cada andar – são cinco ao todo – é colorido de maneira diferente, baseado numa fase do amanhecer ou do pôr do sol (a partir de US$ 225).

    COMO CHEGAR

    A Via Rail Canada tem trens que ligam a Cidade de Québec a Montreal diariamente (cerca de três horas de viagem). Já a Air Canada oferece mais de dez voos diretos por dia, cujo trajeto leva um pouco menos de uma hora (a partir de US$ 140).

    2. Île d’Orléans

    POR QUE IR? 

    A Île d’Orléans, nos arredores da Cidade de Québec, é considerada berço da cultura franco-americana. Apesar de não faltarem opções de lazer, como observação de pássaros, pesca, ciclismo e cavalgadas, os turistas são atraídos pela boa comida servida nos restaurantes locais. A ilha é repleta de padarias charmosas, vinhedos, microcervejarias, laticínios, pomares e chocolaterias. Se for na temporada do morango, não deixe de comprar uma cesta. São os melhores frutos da região.

    HOSPEDE-SE

    O Dans les Bras de Morphée é uma hospedaria aconchegante, com quatro quartos personalizados. Fica entre belos jardins e tem um spa ao ar livre (a partir de US$ 140; ).

    COMO CHEGAR

    De carro, a Île d’Orléans fica a cerca de 15 minutos de Vieux-Québec, pela rodovia 440 East. Como não há transporte público na ilha, é preciso alugar um carro ou uma bicicleta para conhecer suas atrações.

    3. Charlevoix

    POR QUE IR?


    A nordeste da Cidade de Québec, Charlevoix une beleza natural à gastronomia saborosa. Baie St. Paul, a porta de entrada para a região, é conhecida como uma cidade de artistas e é repleta de galerias. Avançando pela costa, entre La Malbaie e o Parque Nacional de Saguenay, há excelentes oportunidades para observar baleias e para fazer um cruzeiro ecológico pelos fiordes do Parque Nacional de Saguenay.

    HOSPEDE-SE

    Experimente as hospedarias charmosas da região, como a Au Jardin d’Ozanne, localizada perto da Baie St. Paul e famosa pelo farto café da manhã e serviço simpático (a partir de US$ 97; 00 1 418 435 0312).

    COMO CHEGAR

    Baie St. Paul está a 90 minutos de viagem da Cidade de Québec, de carro, pela Highway 138. Para chegar a La Malbaie é necessário continuar na estrada por mais 45 minutos e o Parque Nacional de Saguenay fica pelo menos uma hora depois de La Malbaie.


    TRÊS DAS MELHORES OPERADORAS DE TURISMO

    Canadá Turismo
    Um roteiro de 6 noites na província de Québec, sendo 2 noites na Cidade de Québec, 2 noites nas Montanhas Maurice (hospedado com pensão completa no Sacacomie Lodge, hotel todo construído em madeira no topo de uma montanha e
    com vista para um belo lago) e 2 noites em Montreal é o que oferece a Canadá Turismo. O pacote inclui passagem aérea ida e volta voando Air Canada, aluguel de carro compacto e seguro viagem.

    Soft Travel
    Um pouco mais curto, a operadora Soft Travel oferece um roteiro de 4 noites especialmente elaborado para curtir somente a Cidade de Québec, caminhando pelas ruas da cidade alta e baixa, o terraço de Dufferin, a praça Royal e o Chateau Frontenac. O pacote inclui passagem aérea voando Air Canada, seguro de viagem e hospedagem em apartamento duplo no hotel Universe, ou em outro à escolha do cliente.

    Venturas e Aventuras
    A Venturas proporciona aos seus passageiros uma viagem de 6 noites ao Canadá, sendo 2 noites em Toronto, 2 noites em Québec e 2 noites em Montreal. O pacote inclui a parte aérea (voando Air Canada) e terrestre. Além de city tour em todas as cidades e seguro de viagem, o roteiro inclui um incrível passeio de dia inteiro as Cataratas do Niágara, em Toronto.

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